Navegando por Autor "Gabriella de Souza Carvalho"
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- ItemTranstornos alimentares e sintomas de ansiedade, estresse e depressão: investigação na classe discente da Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB).(Universidade Federal do Oeste da Bahia, 2023) Gabriella de Souza Carvalho; Julianna Joanna Carvalho Moraes de Campos Baldin; Yasmim de Santana AndradeResumo : O âmbito universitário é um local de grandes mudanças que podem acarretar distúrbios de ordem psicológicas e alimentares nos estudantes e, dentre esses, encontram-se os transtornos alimentares, os quais são síndromes comportamentais cujos critérios diagnósticos têm sido amplamente estudados nos últimos 30 anos. O objetivo deste estudo exploratório foi investigar a prevalência de transtornos alimentares e sintomas de depressão, ansiedade e estresse, bem como verificar suas possíveis associações a outras variáveis sociodemográficas e comportamentais entre os universitários de todos os cursos de graduação da Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB). Para isso, foi elaborado e aplicado um questionário semi estruturado e autoaplicável, contendo variáveis diversas — estudantis, demográficas, saúde e nutricionais, ainda foi utilizado as versões traduzidas e validadas do Eating Attitude test- 26 (EAT -26) e da Escala de Compulsão Alimentar Periódica (ECAP) para a avaliação do risco de transtorno alimentar e a Escala de Depressão, Ansiedade e Estresse (Depression Anxiety and Stress Scale - DASS-21) para depressão, ansiedade e estresse aplicados através da ferramenta Google forms, de forma online. A amostra foi composta por 139 universitários da graduação da UFOB, sendo 71,2% do sexo feminino, maioria da área da saúde, e apresentando média de idade de 24,06 anos e mediana de 23 anos, 54% com o IMC em eutrofia e 19,4% utilizavam medicamentos, em especial os antidepressivos. Quanto aos distúrbios alimentares, 15,83% possuíam sintomatologia de compulsão alimentar e 26,62% demonstraram comportamentos de risco para os transtornos alimentares, além disso, grande parte dos estudantes apresentavam algum grau de estresse, ansiedade e depressão, principalmente os com determinados sintomas dos transtornos alimentares. Quando positivo no ECAP e EAT-26, a grande porcentagem eram do sexo feminino, com alteração no IMC, do campo da saúde, em especial medicina e nutrição, e possuiam elevados níveis de ansiedade, depressão e estresse. Sendo assim, a rotina acadêmica influencia diretamente nos parâmetros utilizados para analisar os comportamentos de risco para os transtornos alimentares, necessitando de ações que possam auxiliar na diminuição ou erradicação desses distúrbios.