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Submissões Recentes
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Revisão narrativa sobre os benefícios da Aromaterapia no quadro clínico de pacientes acometidos pela COVID-19 e síndrome Pós-COVID-19.
(Universidade Federal do Oeste da Bahia, 2023) Lucas Coqueiro de Souza; Vanessa Cristina Rescia
Resumo : Introdução: A COVID-19, considerada uma pandemia entre 2020 e 2023 e que segue com novos casos, trata-se de uma infecção viral caracterizada por sintomas clínicos como febre, tosse seca, dor de garganta, dificuldades respiratórias, dor de cabeça, pneumonia. Após a fase aguda dessa infecção, se os sintomas persistem por semanas ou até meses, isso caracteriza a Síndrome Pós-COVID-19 (SPC). A Aromaterapia é uma Prática Integrativa e Complementar (PIC) que possui diversas propriedades terapêuticas e algumas se destacam para prevenir e melhorar o quadro da COVID-19 e da SPC. Objetivos: Realizar uma revisão narrativa da literatura acerca do emprego da Aromaterapia no tratamento da COVID-19 e da SPC, avaliando o seu potencial terapêutico. Métodos: Buscou-se estudos sobre o efeito da Aromaterapia na COVID-19 e na SPC nas bases de dados Google Acadêmico e Pubmed. Resultados: 10 estudos foram selecionados para análise e discussão, após atenderem aos critérios de inclusão e fornecerem respostas satisfatórias à questão norteadora delimitada. Conclusões: Esta revisão narrativa sugere que a Aromaterapia pode representar uma abordagem alternativa e complementar de tratamento eficaz aos sintomas relacionados a COVID-19 e a Síndrome PósCOVID-19, além da prevenção da infecção pelo SARS-CoV-2, porém carece de mais estudos.
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Família annonaceae e indução de apoptose em células tumorais: uma revisão.
(Universidade Federal do Oeste da Bahia, 2023) Tássia Alves Mendonça; Marina Meirelles Paes
Resumo : Desde a década de 1980, as espécies da família Annonaceae têm sido foco de pesquisas por biossintetizarem, principalmente, acetogeninas biologicamente ativas. Esta classe de metabólitos secundários derivada da via dos policetídeos exibe diversas atividades biológicas, em especial, a citotoxicidade nas células cancerígenas e efeitos induzindo a morte celular programada, apoptose. Nesse sentido, com o objetivo de disponibilizar, de forma compilada, as evidências disponíveis na literatura sobre os efeitos antitumorais atrelados à apoptose das espécies da família Annonaceae e suas acetogeninas, foi realizada uma revisão com o intuito de fornecer dados que possam guiar novas pesquisas. Para tanto, utilizou-se como fontes de buscas as plataformas de acervos digitais e como descritores, por exemplo, a família Annonaceae, acetogeninas, atividade citotóxica, câncer, morte celular e apoptose. Assim, vários estudos comprovaram a atividade citotóxica dos extratos/frações e das acetogeninas em linhagens de células tumorais. Também, mostraram a indução de apoptose nestas células por conduzirem a fragmentação do DNA e a externalização da fosfatidilserina, características típicas gerais de uma célula quando entra em apoptose. Além disso, vários estudos realizaram ensaios em que foi possível comprovar a ativação da via intrínseca da apoptose em vários tipos de células neoplásicas, pois os dados apresentados pelos trabalhos revisados estão ligados à uma regulação positiva das proteínas pró-apoptóticas Bax e Bak, regulação negativa da proteína anti-apoptótica Bcl-2, o que resulta na perda do potencial de membrana mitocondrial e, consequentemente liberação de citocromo C para ativação de caspases iniciadoras e efetoras do processo apoptótico. Com estes resultados, pode-se predizer que as acetogeninas podem ser julgadas como candidatas promissoras para uma futura geração de medicamentos para o tratamento dos tumores resistentes à quimioterapia. Dessa forma, esta pesquisa de revisão pretende auxiliar na orientação de investigações futuras e reafirmar o potencial biológico das acetogeninas na terapia do câncer, com a esperança de estimular ainda mais o desenvolvimento de novas alternativas de tratamento.
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O uso dos florais de Bach no tratamento de sintomas emocionais causados pela COVID-19 e a Síndrome Pós-COVID-19: Uma revisão narrativa.
(Universidade Federal do Oeste da Bahia, 2023) Taynara de Oliveira Menezes; Vanessa Cristina Rescia
Resumo : Introdução: Este artigo versa sobre o uso dos florais de Bach no tratamento de sintomas como medo, insônia, ansiedade e estresse causados pela pandemia de COVID-19. As essências florais possuem a energia de flores, plantas silvestres e árvores do campo, sendo capazes de atuar no combate das emoções negativas que interferem no funcionamento do sistema imunológico e favorecem o adoecimento. Objetivo: Realizar uma revisão da literatura acerca do emprego dos Florais de Bach no tratamento dos sintomas emocionais causados pela COVID-19 e da Síndrome Pós-COVID-19 ou COVID longa (CL). Método: Foi realizada uma revisão narrativa da literatura, desenvolvida em três etapas. Primeiramente, foi realizado um levantamento dos sintomas emocionais gerados durante a pandemia, posteriormente foi feita uma investigação de artigos que empregaram os florais de Bach na COVID-19 e, por fim, foi realizada uma procura de artigos que empregaram as essências florais na Síndrome PósCOVID-19. Resultados: Os florais de Bach são uma alternativa de tratamento complementar das emoções negativas que afetam a saúde mental dos indivíduos durante o isolamento social causado pela COVID-19, sendo que os artigos encontrados tratavam, principalmente, da ansiedade, medo, insegurança, insônia, estresse e esgotamento físico e mental (síndrome de Burnout), além de outros sintomas. Não foram encontrados trabalhos científicos que abordassem sobre o uso dos florais de Bach na Síndrome Pós-COVID-19. Conclusão: Os florais de Bach são uma alternativa complementar para a promoção da saúde no contexto dos sintomas psicoemocionais da pandemia da COVID-19, porém carecem de mais estudos e não foram encontrados estudos específicos de seu uso na COVID-19 e na Síndrome Pós-COVID-19.
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Avaliação dos benefícios da acupuntura em pacientes com COVID-19 e com síndrome Pós-COVID-19.
(Universidade Federal do Oeste da Bahia, 2023) Mariane Miclos Monteiro; Vanessa Cristina Rescia
Resumo : Introdução: A COVID-19 propagou-se globalmente desde o seu surto no final de 2019, afetando principalmente o sistema respiratório das pessoas. Assim, surgiu a necessidade de tratamentos viáveis e eficazes para a cura dos pacientes acometidos pela doença e por suas sequelas (Síndrome Pós-COVID19), tais como fadiga, mal-estar náusea, cansaço, anosmia, insônia, entre outros. Diante deste cenário, as Práticas Integrativas e Complementares (PICs) são opções terapêuticas para reabilitação da ampla variedade de sintomas de pacientes com COVID-19 ou da Síndrome Pós-COVID-19, por meio de práticas como acupuntura. Nesse sentido, a acupuntura é uma opção terapêutica viável pois estimula o bem-estar físico, emocional e mental, pela visão holística do ser humano, com impacto direto na qualidade de vida, melhora de sintomas e favorecendo os processos de autocura. Objetivos: Analisar as evidências científicas e descrever os principais benefícios da acupuntura em pacientes com COVID-19 e acometidos pela Síndrome Pós-COVID-19. Métodos: Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, em que a coleta de dados ocorreu através das bases de dados PubMed e ScienceDirect. Os descritores utilizados para esta pesquisa foram: COVID-19; Acupuntura; Medicina Tradicional Chinesa. Resultados: Foram incluídos nesta revisão 5 estudos, evidenciando a eficácia da terapia de acupuntura em pacientes com COVID-19 ou com sequelas da doença. Notou-se melhora na qualidade de vida e redução significativa dos sintomas relatados pelos pacientes em todos os casos apresentados pelos estudos. Conclusão: A reabilitação com acupuntura é possível e eficaz em pacientes acometidos pela COVID-19 e com a Síndrome Pós-COVID-19, porém é necessário realizar mais estudos.
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Avaliação Dos Níveis Séricos De Citocinas Em Indivíduos Com Asma Grave Com Obesidade.
(Universidade Federal do Oeste da Bahia, 2023) Aline Carolina Rodrigues Santos; Jamille Souza Fernandes
Resumo : A asma é uma doença geralmente caracterizada por inflamação crônica das vias aéreas inferiores, constituída por diversos fenótipos, dentre eles a asma com obesidade. Estudos apontam que o excesso de gordura corporal pode exercer efeitos mecânicos desfavoráveis na função pulmonar num indivíduo asmático, como também pode diminuir a resposta ao tratamento convencional. A resposta Não-Tipo 2, como resposta do tipo Th1 e Th17, têm sido relacionado a gravidade da doença e a alguns fenótipos, como o da obesidade. No entanto, há poucos trabalhos avaliando o perfil de citocinas em asmáticos com e sem obesidade, principalmente considerando a forma grave da doença. Objetivo: Avaliar os níveis séricos de citocinas de pacientes com asma grave com obesidade. Métodos: Foram avaliados 450 indivíduos com asma leve (AL) e 441 indivíduos com asma moderada à grave (AMG). A obesidade foi determinada a partir do IMC e da medida da circunferência abdominal. E um painel de cinco citocinas/quimiocinas (IL-5, IL-8, IL-17A, IFN-? e CCL11) foi mensurado pelo ensaio Luminex. Resultados: Nós observamos que entre os asmáticos obesos, os níveis de TNF-a foram diminuídos nos indivíduos com AMG em comparação aos indivíduos com AL. Em relação as quimiocinas, nós notamos que independente da presença da obesidade, os níveis de IL-8 foram maiores no grupo com AMG do que no grupo com AL. Já a eotaxina, nos indivíduos com AMG, a concentração sérica foi maior nos não-obesos do que nos obesos. Entretanto, nós não observamos diferenças significativas nos níveis séricos das citocinas IL-5, IFN-? e IL-17A entre os grupos. Ao realizar a razão entre os níveis séricos das citocinas ou quimiocinas, nós observamos que a razão de IL-8/Eotaxina foi maior nos pacientes com AMG do que com AL, independente da presença da obesidade. Contudo, a razão dos níveis séricos das citocinas IL-17A/IL-5, foram maiores nos indivíduos com AL em comparação com AMG também independente da presença da obesidade. Conclusão: A IL-8 tem uma participação importante na gravidade da asma, independente da presença da obesidade, enquanto a eotaxina pode ser um marcador de gravidade nos indivíduos não-obesos. Já a IL-17A parece não ter papel significativo nos indivíduos com esse fenótipo.