Navegando por Autor "Yasmim de Santana Andrade"
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- ItemEstudo nutricional de pacientes oncológicos adultos e idosos: revisão sistemática.(Universidade Federal do Oeste da Bahia, 2020) Yasmim de Santana Andrade; Adna Luciana de Souza; Marcela de Sa Barreto da CunhaResumo : A desnutrição tem como consequência a diminuição da resposta ao tratamento oncológico, deterioração da qualidade de vida e o aumento da mortalidade de pacientes com câncer. O presente estudo teve como objetivo revisar a literatura sobre o estado nutricional de pacientes adultos e idosos em tratamento oncológico. Foi realizada uma busca nas bases de dados PubMed, Scopus, Web of Science e Scielo, através da associação dos seguintes descritores: câncer, neoplasia, tumor maligno, neoplasias malignas, desnutrição, estado nutricional, caquexia, subnutrição, deficiência nutricional, nos idiomas português, espanhol e inglês. Dos 64 artigos incluídos, o tipo de câncer mais frequente foi de trato gastrointestinal (26,56%), seguido de ginecológicos (6,25%), leucemia (6,25%), pulmão (4,69%), cabeça e pescoço (4,69%) e população heterogênea com câncer (51,56%). A prevalência de desnutrição variou entre 4,2 a 100%, sendo a maior prevalência encontrada em pacientes acometidos por câncer de cabeça e pescoço, pulmão e trato gastrointestinal e as menores prevalências observadas no câncer ginecológico e na leucemia. Nesse contexto, a triagem nutricional logo após o diagnóstico, bem como a instituição de uma terapia nutricional mais adequada para cada indivíduo, contribui significativamente para aumento da sobrevida do paciente e melhor resposta ao tratamento antineoplásico.
- ItemTranstornos alimentares e sintomas de ansiedade, estresse e depressão: investigação na classe discente da Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB).(Universidade Federal do Oeste da Bahia, 2023) Gabriella de Souza Carvalho; Julianna Joanna Carvalho Moraes de Campos Baldin; Yasmim de Santana AndradeResumo : O âmbito universitário é um local de grandes mudanças que podem acarretar distúrbios de ordem psicológicas e alimentares nos estudantes e, dentre esses, encontram-se os transtornos alimentares, os quais são síndromes comportamentais cujos critérios diagnósticos têm sido amplamente estudados nos últimos 30 anos. O objetivo deste estudo exploratório foi investigar a prevalência de transtornos alimentares e sintomas de depressão, ansiedade e estresse, bem como verificar suas possíveis associações a outras variáveis sociodemográficas e comportamentais entre os universitários de todos os cursos de graduação da Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB). Para isso, foi elaborado e aplicado um questionário semi estruturado e autoaplicável, contendo variáveis diversas — estudantis, demográficas, saúde e nutricionais, ainda foi utilizado as versões traduzidas e validadas do Eating Attitude test- 26 (EAT -26) e da Escala de Compulsão Alimentar Periódica (ECAP) para a avaliação do risco de transtorno alimentar e a Escala de Depressão, Ansiedade e Estresse (Depression Anxiety and Stress Scale - DASS-21) para depressão, ansiedade e estresse aplicados através da ferramenta Google forms, de forma online. A amostra foi composta por 139 universitários da graduação da UFOB, sendo 71,2% do sexo feminino, maioria da área da saúde, e apresentando média de idade de 24,06 anos e mediana de 23 anos, 54% com o IMC em eutrofia e 19,4% utilizavam medicamentos, em especial os antidepressivos. Quanto aos distúrbios alimentares, 15,83% possuíam sintomatologia de compulsão alimentar e 26,62% demonstraram comportamentos de risco para os transtornos alimentares, além disso, grande parte dos estudantes apresentavam algum grau de estresse, ansiedade e depressão, principalmente os com determinados sintomas dos transtornos alimentares. Quando positivo no ECAP e EAT-26, a grande porcentagem eram do sexo feminino, com alteração no IMC, do campo da saúde, em especial medicina e nutrição, e possuiam elevados níveis de ansiedade, depressão e estresse. Sendo assim, a rotina acadêmica influencia diretamente nos parâmetros utilizados para analisar os comportamentos de risco para os transtornos alimentares, necessitando de ações que possam auxiliar na diminuição ou erradicação desses distúrbios.