Automedicação entre universitários no contexto da COVID-19

dc.contributor.advisorWerlissandra Moreira de Souza.
dc.contributor.authorBianca dos Santos Silva
dc.date.accessioned2026-10-28T17:23:07Z
dc.date.available2026-10-28T17:23:07Z
dc.date.issued2025
dc.date.submitted28/10/2026
dc.degree.departmentCentro das Ciências Biológicas e da Saúde
dc.degree.graduationFarmácia
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Oeste da Bahia
dc.degree.levelGraduação
dc.degree.localBarreiras-BA
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso apresentado à Universidade Federal do Oeste da Bahia, como requisito parcial para obtenção do Diploma de Graduação no Curso de Farmácia.
dc.description.abstractResumo : A automedicação é a prática de consumir medicamentos sem a orientação de um profissional de saúde habilitado. OBJETIVO: Avaliar a prática da automedicação experimentada por estudantes dos cursos das ciências exatas e das tecnologias da UFOB durante a pandemia da COVID-19. MÉTODOS: Trata-se de uma pesquisa do tipo observacional, descritiva, com delineamento transversal. Dos 1133 alunos que se enquadraram nos critérios de inclusão, 288 estudantes compuseram a amostra. As informações foram coletadas através de um questionário que analisou o perfil dos entrevistados e questões relacionadas ao conhecimento, causas e prática da automedicação. RESULTADOS: A maioria dos estudantes era do gênero feminino (50,3%), com predominância nas idades entre 18 a 24 anos e em sua maioria solteiros(as). Participaram do estudo alunos do primeiro ao décimo semestre, com predominância entre o primeiro e terceiro semestre (43,4%). Observou-se que durante a pandemia, 34,4% dos estudantes afirmaram ter sido diagnosticados com COVID-19 e 81,2% se automedicaram no período pandêmico. Não houve relação significativa na prática da automedição entre os estudantes dos diferentes cursos. Embora a maioria afirmou ter ouvido falar sobre automedicação, apenas 26% consideram seu conhecimento suficiente. Identificou-se que as principais influências para automedicação foram por ter apresentado sintomas relacionados à COVID-19, por medo da infecção e pela influência de família, amigos e mídias. Dentre os medicamentos utilizados, destacou-se vitaminas (33,3%), fitoterápicos (13,97%) e relaxantes musculares (13,97%). CONCLUSÃO: Os resultados obtidos demonstram a necessidade de conscientização, bem como medidas educativas sobre o uso racional de medicamentos para os estudantes do ensino superior.
dc.identifier.citationSILVA, Bianca dos Santos. Automedicação entre universitários no contexto da COVID-19. Barreiras, BA, 2025. 16f. Artigo (Graduação) – Bacharelado em Farmácia. Universidade Federal do Oeste da Bahia. Centro das Ciências Biológicas e da Saúde. Barreiras, BA, 2025.
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufob.edu.br/handle/123456789/1070
dc.language.isopt
dc.publisherUniversidade Federal do Oeste da Bahia
dc.subjectAutomedicação
dc.subjectCOVID-19
dc.subjectUniversitários
dc.subjectPandemias
dc.titleAutomedicação entre universitários no contexto da COVID-19
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso
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