Navegando por Autor "Andressa Moura Souza"
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- ItemCapacidade antioxidante da dieta de indivíduos com obesidade atendidos por unidades de saúde da família no município de Barreiras-BA(Universidade Federal do Oeste da Bahia, 2024) Delyane Beatriz Oliveira; Marcela de Sá Barreto da Cunha; Andressa Moura SouzaResumo : Introdução: A obesidade é um desafio global para a saúde, frequentemente ligada a doenças crônicas não transmissíveis. A literatura sugere a existência de dois fenótipos distintos de obesidade: o metabolicamente saudável (ObMS) e o metabolicamente não saudável (ObMNS), destacando que nem todos os indivíduos obesos apresentam padrões semelhantes de complicações cardiometabólicas. A baixa ingestão de alimentos in natura, como frutas e verduras, resulta em uma CATd reduzida. Indica-se que os antioxidantes dietéticos possuem alta relevância para a redução do estresse oxidativo e do estado inflamatório crônico associado à obesidade. Objetivo: Avaliar a capacidade antioxidante da dieta de indivíduos com obesidade metabolicamente saudáveis e não-saudáveis vinculados às Unidades de Saúde da Família do município de Barreiras-BA. Materiais e métodos: Trata-se de estudo transversal, realizado com indivíduos adultos (entre 20 e 59 anos) com obesidade, sem distinção de sexo, do município de Barreiras-BA. Foram coletados dados sociodemográficos, nível de atividade física, dados antropométricos e consumo alimentar, a partir do recordatório 24 horas. Resultados: A amostra foi composta por 46 indivíduos, predominantemente ObMS (76,1%). Quanto aos micronutrientes associados à CATd, houve um consumo menor que o recomendado pela EAR para magnésio, vitamina A e vitamina E em ambos os fenótipos e selênio e vitamina C em ObMS. Discussão e conclusão: Não houve diferença na CATd entre os fenótipos. Destaca-se a importância de uma análise abrangente que considere não apenas a quantidade absoluta de antioxidantes, mas também sua relação com a composição corporal e a qualidade dos alimentos consumidos.
- ItemMarcadores de risco cardiovascular em idosos.(Universidade Federal do Oeste da Bahia, 2019) Andressa Moura Souza; Maria Luiza Amorim Sena PereiraResumo : Avaliar a prevalência e correlação entre indicadores derisco cardiovascular em idosos atendidos em uma Unidade de Saúde da Família (USF) na cidade de Barreiras-BA.Métodos:Estudo transversal, com dados primárioscoletados a partir de questionário padronizado para a caracterização da populaçãoestudada quanto a aspectos sociodemográficos, de estilo de vida e de saúde. Foram avaliadoso índice de massa corporal, a circunferência da cintura e razão cintura estatura, além daárea de gordura visceral. Foi aplicadaanáliseestatísticadescritiva,teste de Kolmogorov-Smirnov,teste “t” de Student, e Coeficiente de Correlação de Pearson. Resultados: Foram avaliados49 idosos (67,3% do sexo feminino). Sendo dentre estes 91,8% não fumantes, 85,7% não consumiam bebida alcóolica e 79,6% não praticavam atividade física. A presença de hipertensão foi observada em 65,3% e o excesso de peso em 30,6%dos avaliados.73,5% apresentaram risco cardiovascular segundo a circunferência da cintura, 81,6% segundo a razão cintura e estatura e 40,8% apresentaram área de gordura visceral de risco. As correlações entre esses indicadores foram positivas e estatisticamente significantes. Conclusão: Os resultados encontrados no presente estudo demonstram que foram elevadas as prevalências de risco cardiovascular entre os idosos estudados, com destaque para a predição do risco a partir da razão cintura estatura. Os indicadores antropométricos estudados apresentaram boa correlação com a gordura visceral, sendo, portanto adequados para a predição do risco cardiovascular.
- ItemPerfil antropométrico, clínico e bioquímico de adultos com obesidade da estratégia saúde da família de Barreiras-Ba.(Universidade Federal do Oeste da Bahia, 2024) Luanna Maria Araujo de Oliveira; Marcela de Sá Barreto da Cunha; Andressa Moura SouzaResumo : Introdução: A obesidade, caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal e associada a riscos à saúde do indivíduo, é classificada baseada no Índice de Massa Corporal (IMC). Contudo, alguns indivíduos com obesidade não apresentam síndrome metabólica, sendo categorizados como obesos metabolicamente saudáveis (ObMS). Este estudo visou descrever o perfil antropométrico, clínico e metabólico conforme o fenótipo metabólico de adultos com obesidade da Estratégia Saúde da Família (ESF) de Barreiras-BA. Métodos: Trata-se de um estudo transversal, com coleta de dados primários e de caráter descritivo, utilizando como variáveis: IMC, circunferência da cintura (CC), relação cintura-quadril (RCQ), razão cintura-estatura (RCE), índice de adiposidade visceral (IAV), glicemia de jejum, HOMA-IR, colesterol total, HDL, LDL, triglicerídeos, PCR, pressão arterial sistólica (PAS) e pressão arterial diastólica (PAD). O fenótipo metabólico foi definido pelo critério do NCEP-ATP III. Resultados: A amostra foi predominantemente do sexo feminino (87,0%) e do fenótipo ObMS (76,1%). Ao perfil antropométrico, não houve diferença estatística entre os fenótipos metabólicos, mas foram encontradas correlações positivas, fracas e significativas do IAV com HOMA-IR (r=0,312; p=0,0295), com a PAS (r=0,3655; p=0,0125) e com a PAD (r=0,3380; p=0,0216). Ao perfil bioquímico, destacou-se diferença significativa entre os fenótipos nas dosagens de triglicerídeos (p<0,0001). Conclusão: A elevada prevalência de ObMS com os dados encontrados sugerem a necessidade de acompanhamento e elaboração de estratégias na atenção primária à saúde, para evitar que a transição para o perfil de Obesidade Metabolicamente Não Saudável (ObMNS).
- ItemPerfil lipídico e grau de processamento de alimentos consumidos por indivíduos obesos cadastrados na estratégia saúde da família de BarreirasBa.(Universidade Federal do Oeste da Bahia, 2024) Michelle Santana Alves; Marcela de Sá Barreto da Cunha; Andressa Moura SouzaResumo A obesidade é uma condição crônica, de origem multifatorial, caracterizada pelo excesso de tecido adiposo, sendo a alimentação um fator de risco considerável. A complexidade dessa condição permite que os indivíduos sejam categorizados em Obesos Metabolicamente Saudáveis (ObMS) e Obesos Metabolicamente não Saudáveis (ObMNS), com diferentes perfis metabólicos, incluindo o perfil lipídico. Diante disso, o presente trabalho teve como objetivo avaliar o perfil lipídico e o grau de processamento de alimentos segundo a classificação NOVA de indivíduos obesos metabolicamente saudáveis e não saudáveis de um município do Oeste da Bahia. Para isso, foi realizado um estudo transversal em que os voluntários foram submetidos à avaliação sociodemográfica, antropométrica e bioquímica. O consumo alimentar foi estimado a partir da utilização de um Questionário de Frequência Alimentar validado para a Região Nordeste. Foi observada alta prevalência do fenótipo ObMS (76,1%); quanto ao perfil lipídico, maiores níveis de triglicerídeos no fenótipo ObMNS comparados aos ObMS (p<0,0001). No que se refere ao consumo alimentar, o grupo dos alimentos in natura foi o principal contribuinte para a ingestão total de energia (66,8% VET), enquanto os ultraprocessados tiveram uma contribuição significativamente maior na dieta do fenótipo ObMNS (p=0,0432). Conclui-se que a população estudada possui elevada prevalência do fenótipo saudável, diferença no perfil lipídico de acordo com os fenótipos, além do elevado consumo de ultraprocessados por indivíduos que se enquadram no fenótipo ObMNS.