Comportamento de risco para ortorexia e percepção da imagem corporal de praticantes de atividade física de uma academia de Barreiras, Bahia

dc.contributor.advisorMarcela de Sá Barreto da Cunha
dc.contributor.authorKainã Polac Sousa Mota
dc.date.accessioned2026-07-07T17:21:37Z
dc.date.available2026-07-07T17:21:37Z
dc.date.issued2018
dc.date.submitted07/07/2026
dc.degree.departmentCentro das Ciências Biológicas e da Saúde
dc.degree.graduationNutrição
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Oeste da Bahia
dc.degree.levelGraduação
dc.degree.localBarreiras-BA
dc.descriptionArtigo apresentado junto ao Curso de Nutrição da Universidade Federal do Oeste da Bahia, como requisito para aprovação no componente curricular CBS2037 – Trabalho de Conclusão de Curso II.
dc.description.abstractResumo : A busca pelo corpo ideal, mediante a valorização da imagem corporal padronizada pela sociedade, tem proporcionado aos indivíduos de todas as idades a prática de diversas modalidades de atividade física em academias. Essa supervalorização da imagem corporal pode provocar insatisfação corporal e pode predispor a transtornos alimentares, como a ortorexia. Objetivo: avaliar a percepção da imagem corporal e o comportamento de risco para ortorexia em praticantes de atividade física de uma academia de Barreiras, Bahia. Métodos: Trata-se de um estudo transversal, realizado com praticantes de atividade física, com idade superior a 13 anos de idade, de ambos os sexos. Foram coletados dados socioeconômicos, comportamentais e antropométricos, de percepção da imagem corporal e comportamento de risco para ortorexia. Resultados: houve predominância de mulheres (60,1%), faixa etária entre 20 a 39 anos, nível socioeconômico elevado (63,5%), utilização de redes sociais por 77,8% e alta prevalência de comportamento de risco para ortorexia (77,8%). Observou-se associação da satisfação da imagem corporal com o nível de atividade física (p= 0,035) e da satisfação da aparência muscular com o nível de atividade física (p=0,015) e com a utilização das redes sociais (p <0,0001). O comportamento de risco para ortorexia esteve associado ao nível de atividade física (p=0,016) e ao uso de redes sociais (p=0,021). Conclusão: Pode-se constatar que a alta prevalência de ortorexia é expressivo e está cada vez mais presente entre o sexo feminino, pessoas com condições sociodemográficas elevada, usuários de redes sociais e pessoas moderadamente ativo quanto a pratica de atividade física.
dc.identifier.citationMOTA, Kainã Polac Sousa; CUNHA, Marcela de Sá Barreto da (Orientadora). Comportamento de risco para ortorexia e percepção da imagem corporal de praticantes de atividade física de uma academia de Barreiras, Bahia. Comportamento de Risco para Ortorexia e Percepção da Imagem Corporal de Praticantes de Atividade Física de uma Academia de Barreiras, Bahia, TCC.Artigo (Graduação em Nutrição) - Universidade Federal do Oeste da Bahia, Barreiras-BA, 2018.
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufob.edu.br/handle/123456789/842
dc.language.isopt
dc.publisherUniversidade Federal do Oeste da Bahia
dc.subjectImagem corporal
dc.subjectComportamento Alimentar
dc.subjectAtividade física
dc.subjectAcademia
dc.titleComportamento de risco para ortorexia e percepção da imagem corporal de praticantes de atividade física de uma academia de Barreiras, Bahia
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso
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