Alimentos ultraprocessados e perfil nutricional de pacientes submetidos à tratamento hemodiálitico no oeste da Bahia - Brasil.

dc.contributor.advisorDanielle Cristina Guimarães da Silva
dc.contributor.authorMonica Karine Vieira de Almeida Souza
dc.date.accessioned2026-07-08T12:26:36Z
dc.date.available2026-07-08T12:26:36Z
dc.date.issued2018
dc.date.submitted08/07/2026
dc.degree.departmentCentro das Ciências Biológicas e da Saúde
dc.degree.graduationNutrição
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Oeste da Bahia
dc.degree.levelGraduação
dc.degree.localBarreiras=BA
dc.descriptionArtigo apresentado junto ao Curso de Nutrição da Universidade Federal do Oeste da Bahia, como requisito para aprovação no componente curricular CBS2037 – Trabalho de Conclusão de Curso II.
dc.description.abstractResumo : Introdução: Atualmente a doença renal crônica (DRC) constitui um grande problema de saúde pública mundial, devido às altas taxas de prevalências e incidências. A nutrição para estes pacientes exerce um papel de grande importância, pois atua melhorando a qualidade vida e auxiliando no tratamento. Objetivo: Identificar o consumo de alimentos ultraprocessados e o perfil nutricional de pacientes com doença renal crônica, submetidos à hemodiálise no Oeste da Bahia. Metodologia: Estudo transversal, realizado com pacientes adultos e idosos, cadastrados em uma unidade de hemodiálise, no município de Barreiras - Bahia. Foi aplicado um questionário estruturado que continha questões relativas a variáveis sociodemográficas e comportamentais e um inquérito dietético por meio de dois recordatórios alimentares de 24h. Os alimentos consumidos foram classificados em quatros grupos: in natura ou minimamente processados; ingredientes; processados e ultraprocessados. Resultados: O estudo foi constituído por 40 indivíduos, de ambos os sexos, tendo maior prevalência o sexo masculino (55,0%) e faixa etária de 36 a 59 anos (55%). O consumo médio diário de energia per capita foi de 1.336,1 kcal, sendo 61,5% proveniente de alimentos in natura ou minimamente processados, 3,6% de ingredientes, 13,5% de alimentos processados e 21,4% de alimentos ultraprocessados. Conclusão: Pode-se constatar que o consumo de alimentos ultraprocessados nesses pacientes em terapia hemodialítica foi expressivo com isso, verifica-se a necessidade de ações de educação alimentar e nutricional, como um incentivo de desenvolvimento de práticas alimentares adequadas para este público.
dc.identifier.citationSOUZA, Monica Karine Vieira de Almeida; GUIMARÃES, Danielle Cristina (Orientadora). Alimentos ultraprocessados e perfil nutricional de pacientes submetidos à tratamento hemodiálitico no oeste da Bahia - Brasil. Alimentos Ultraprocessados e Perfil Nutricional de Pacientes Submetidos à Tratamento Hemodiálitico No Oeste da Bahia - Brasil, TCC.Artigo (Graduação em Nutrição) - Universidade Federal do Oeste da Bahia, Barreiras-BA, 2018.
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufob.edu.br/handle/123456789/848
dc.language.isopt
dc.publisherUniversidade Federal do Oeste da Bahia
dc.subjectConsumo alimentar
dc.subjectDoença renal crônica,
dc.subjectAlimentos industrializados
dc.titleAlimentos ultraprocessados e perfil nutricional de pacientes submetidos à tratamento hemodiálitico no oeste da Bahia - Brasil.
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso.
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