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    Características espectroscópicas do Nd3+ em vidros.
    (Universidade Federal do Oeste da Bahia, 2018) Dilson de Araújo Andrade; Murilo Sodré Marques
    Resumo : Nesse trabalho foram analisados e comparados, com base na teoria de Judd-Ofelt, uma ampla gama de trabalhos (em sua maior parte, experimentais) que analisavam as características espectroscópicas de matrizes vítreas dopadas com íons Nd3+. A partir da introdução histórica sobre a teoria de Judd-Ofelt, vidros e íons Terras Raras, da teoria sobre os níveis de energia de átomos multieletrônicos e de análises sobre as transições radiativas e não-radiativas de íons Terras Raras utilizados como dopantes em matrizes vítreas, pode-se constatar que a metodologia normalmente utilizada nos trabalhos de pesquisa com novos materiais (cristalinos ou vítreos) tem se firmado sobre a teoria de Judd-Ofelt, a qual permite a descrição relativamente precisa de materiais dopados com íons Terras Raras a partir de alguns parâmetros ajustáveis experimentalmente, e a obtenção de parâmetros relacionados às transições radiativas do íons (razões de ramificação e tempo de vidas), além de confirmar a influência secundária da matriz hospedeira nas propriedades espectroscópicas dos íons Terras Raras.
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    Proposta e construção de recursos didáticos para o ensino de conceitos de óptica
    (Universidade Federal do Oeste da Bahia, 2019) Marcio Pinto de Sales; Lucas Guimarães Barros
    Resumo : Realizou-se uma abordagem sobre problemáticas comuns na prática do professor de Física na educação básica, e como que recursos didáticos podem auxiliar o professor ao contornar tais problemáticas. Para isso, foi feita uma discussão acerca das possibilidades de articulação do ensino de Física com a Literatura e com as Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), focando-se especificamente na elaboração de poemas e construção de simulações computacionais, em que foram discutidas possibilidades de utilização desses nas aulas de Física.
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    Divulgação científica a partir de projetos itinerantes: uma investigação das atividades realizadas pelo projeto Caminhão das Ciências na região Oeste da Bahia.
    (Universidade Federal do Oeste da Bahia, 2019) Daniel Cosme Bomfim Nobre; Lucas Guimarães Barros
    Resumo : O desenvolvimento deste trabalho se deu com o objetivo de analisar as ações de divulgação científica realizadas pelo projeto Caminhão das Ciências na região Oeste da Bahia. Procurou-se compreender, a partir da literatura especializada, o conceito de educação não formal, divulgação científica e museus e centros de ciências itinerantes, situando nessa perspectiva o Projeto Caminhão das Ciências como um centro de ciências itinerante. Na metodologia, apresentou-se a natureza e o tipo da pesquisa, os objetos de análise, bem como o método de análise utilizado para inferência dos dados. Na discussão dos resultados da pesquisa são apresentadas quatro categorias, sendo: (a) quantidade de participantes; (b) materiais e equipamentos; (c) atividades itinerantes desenvolvidas e; (d) possíveis dificuldades encontradas pelo Projeto. Os resultados da pesquisa indicam a importância de projetos dessa envergadura para regiões com maior escassez de museus e centros de ciências fixos.
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    Ações socioculturais e diálogo de saberes: caminhos para um ensino de ciências inclusivo e plural.
    (Universidade Federal do Oeste da Bahia, 2019) Ítalo Anderson Rodrigues Martins; Suiane Ewerling da Rosa
    Resumo : Este trabalho tem como propósito central contribuir para um repensar do ensino de ciências a partir de discussões sobre diálogos de saberes, problematização da realidade e dialogicidade em comunidades tradicionais. Diante disso, a ação proposta se voltou para ações socioculturais em comunidades quilombolas e moradores de assentamentos sem-terra na região oeste da Bahia a, dando voz à cultura e sabedoria desses povos, além das articulações com o ensino de ciências. Este trabalho, realizada na forma de pesquisa-ação, permitiu conhecer e participar de atividades educacionais e culturais dentro dessas comunidades e por meio de entrevistas, diálogos e rodas de conversa foi possível conhecer saberes tradicionais e dialogá-los com outros conhecimentos. Dentre os encaminhamentos, há a sinalização para a preservação e valorização da pluralidade cultural e de saberes no âmbito educacional, em especial nos contextos das comunidades tradicionais, problematizando a hegemonia científica nos currículos e nas práticas socioeducacionais, perspectivas que contribuem para um ensino de ciências plural e inclusivo.