Características associadas ao consumo de alimentos ultraprocessados por adolescentes de escolas públicas do município de Barreiras-Bahia: cenário pós-pandemia da COVID-19.

dc.contributor.advisorDaiene Rosa Gomes
dc.contributor.authorLara Heloisa Souza Oliveira
dc.date.accessioned2026-07-17T16:23:38Z
dc.date.available2026-07-17T16:23:38Z
dc.date.issued2024
dc.date.submitted17/07/2026
dc.degree.departmentCentro das Ciências Biológicas e da Saúde
dc.degree.graduationNutrição
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Oeste da Bahia
dc.degree.levelGraduação
dc.degree.localBarreiras-BA
dc.descriptionTrabalho de conclusão de curso apresentado ao curso de Nutrição do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS) da Universidade Federal do Oeste da Bahia.
dc.description.abstractResumo : Objetivo: Este estudo tem o objetivo de analisar as características sociodemográficas e de estilo de vida associadas ao consumo de alimentos ultraprocessados por adolescentes de escolas públicas de um município do interior da Bahia, considerando o contexto pós-pandemia da Covid-19. Métodos: Trata-se de um estudo de corte transversal realizado com adolescentes de 15 a 19 anos, matriculados em escolas públicas do município de Barreiras – Bahia. Os dados foram obtidos entre setembro a dezembro de 2023. Adotou-se o consumo de alimentos ultraprocessados como desfecho associado às características sociodemográficas e de estilo de vida. Resultados: Observou-se diferença estatisticamente significante entre o fato de viver com o/a companheiro/a (p=0,036), possuir trabalho remunerado (p=0,027), utilizar aparelhos eletrônicos por mais de 4 horas por dia até mais de 8 horas por dia (p=0,001), e consumir bebidas alcoólicas frequentemente (p=0,006) associando-se ao elevado consumo de ultraprocessados. Não ter companheiro/a (p=0,036), não ter um trabalho remunerado (p=0,027), ser heterossexual (p=0,007), utilizar aparelhos eletrônicos por no máximo 1 hora por dia (p=0,001) e não fazer uso de bebidas alcoólicas (p=0,006) relacionou-se ao menor consumo de ultraprocessados. Adolescentes cujos familiares foram afetados pelo vírus da COVID-19 apresentaram um consumo reduzido de alimentos ultraprocessados (p=0,024). Conclusão: Conclui-se que o maior consumo de alimentos ultraprocessados pelos adolescentes está ligado a aspectos que envolvem a moradia, a disponibilidade de renda própria, consumo de bebidas alcóolicas e tempo gasto em frente às telas. A escola pode desempenhar um papel fundamental na promoção de hábitos saudáveis, com envolvimento dos pais, incentivando a prática de atividades físicas e reduzindo o tempo gasto com eletrônicos, visando impactos positivos duradouros na saúde dos adolescentes.
dc.identifier.citationOLIVEIRA, Lara Heloisa Souza. Características associadas ao consumo de alimentos ultraprocessados por adolescentes de escolas públicas do município de Barreiras-Bahia: cenário pós-pandemia da COVID-19. Barreiras, BA, 2024. 65f. Artigo (Graduação) – Bacharelado em Nutrição. Universidade Federal do Oeste da Bahia. Centro das Ciências Biológicas e da Saúde. Barreiras, BA, 2024.
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufob.edu.br/handle/123456789/921
dc.language.isopt
dc.publisherUniversidade Federal do Oeste da Bahia
dc.subjectAdolescentes - Nutrição
dc.subjectAlimentos ultraprocessados
dc.subjectCovid-19
dc.titleCaracterísticas associadas ao consumo de alimentos ultraprocessados por adolescentes de escolas públicas do município de Barreiras-Bahia: cenário pós-pandemia da COVID-19.
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso
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